Precisa de nutricionista para:
- Montar cardápios e estratégias alimentares.
- Receber informações específicas sobre tratamento (em nutrição, lógico), de doenças crônicas como diabetes, hipertensão, hipercolesterolemia, esteatose, e outras.
- Fazer jejum programado com indicação e principalmente objetivo específico.
- Calcular o quanto você precisa comer afim de ganhar massa magra.
- Passar quantidades pré determinadas com objetivo de melhorar a performance esportiva.
NÃO precisa de nutricionista para:
- Comer comida natural.
- Reduzir o consumo de farinha e açúcar.
- Comer apenas quando tem fome.
- Usar gordura natural (banha de porco, azeite de oliva, óleo de coco, manteiga) pra cozinhar.
- Retirar da alimentação o máximo possível de industrializados.
Não é preciso pagar uma consulta para saber que legumes, verduras, frutas, ovos, carnes e oleaginosas são a melhor opção para alimentar o corpo humano! Isso é o básico! Apenas faça! Sem medo!
A pergunta é: Em que situação possível, pode ser uma má ideia eliminar ou pelo menos diminuir industrializados da alimentação? Comer de forma natural, obedecer o corpo, respeitar-se?
Em que conta o resultado pode dar negativo quando se troca barrinha de cereal, adicionada de xarope de milho e corantes, por oleaginosas ou abacate?
Como pode haver risco em deixar a “caixa” pelo que “dá no pé”?
Do que temos medo? O que de ruim pode acontecer se trocarmos pão de pacote, cheio de aditivos e conservantes, por ossobuco cozido, ou peixe assado?!
Como tirar das pessoas esse medo imputado, absurdo, de comer COMIDA!? A resposta é simples: cabe a todos o conhecimento, o não ignorar de suas raízes evolutivas, o questionar do senso comum e o confiar no que a própria natureza não restringe!
Ouça menos o que a televisão diz, e mais o que diz sua horta!
(Dica da Nutricionista Lara Nesteruk)

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